Ambientes de bem-estar agregam valor aos empreendimentos imobiliários

Ambientes de bem-estar, conforto, áreas de relaxamento, espaço zen, espaço fitness, salas de massagem e ambientes que carregam esse conceito de qualidade de vida e cuidados com a beleza, a saúde e a mente têm se mostrado um atrativo para os que buscam um conceito de vida diferenciado, mesmo em meio à vida urbana.

Condomínios que trazem esses benefícios e comodidades em suas estruturas são bem vistos e ‘queridos’ pelos moradores, agregando valor ao imóvel de investidores do segmento.

Submersos num mundo hiper conectado e em constante evolução, tornou-se necessária a abertura de novos modos de ser e estar no mundo e nos ambientes próprios aos seres humanos. Diante da condição fugaz, maleável e cambiante da vida social, política, econômica e cultural, buscar estilos de vida mais saudáveis, simples do ponto de vista da logística e mobilidade, tem se tornado prioridade para muitos.

A busca pelo bem-estar

Há bem tempo a Organização Mundial da Saúde – OMS tem definido o conceito de saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social; de forma que podemos identificar que não apenas a biologia humana e a qualidade da assistência médica são determinantes na saúde das pessoas, mas também a influência do ambiente e do estilo de vida adotados.

A “ciência do bem-estar” tem conquistado uma moldura científica e um olhar interdisciplinar ao integrar medidas quantitativas e qualitativas a respeito da qualidade de vida e da felicidade dos indivíduos.

Dimensões que interferem na mente, corpo e espírito, aliados às nossas escolhas e hábitos de vida, contribuem de forma determinante na construção do bem-estar, ou seja, melhorar a saúde não exige tão somente a aplicação das ciências médicas baseadas nas últimas evidências científicas, mas sim um esforço de mudança de uma sociedade.

Pesquisa Global de Sentimento do Consumidor, realizada pela WW esse ano com o objetivo de compreender as tendências e comportamentos da sociedade com relação a hábitos saudáveis, a pesquisa apontou que, entre os brasileiros, 91% estão focados em manter e/ou melhorar sua saúde e bem-estar, enquanto em todo o mundo o percentual é de 78%. E os principais motivos apontados são:

● 65% querem melhorar a saúde física;

● 63% buscam melhorar a saúde mental e emocional;

● 56% procuram melhorar a autoestima e confiança;

● 44% consideram o cuidado com a saúde e bem-estar um facilitador para a vida cotidiana.

Esses dados apenas comprovam um movimento de mercado que temos acompanhado: as pessoas querem viver melhor e estão priorizando encontrar essas soluções em todos os contextos e dimensões de suas vidas.

Ambientes de bem-estar dentro de condominios

A relação de trabalho e bem-estar entre as novas gerações

Um estudo global, feito pelo Workmonitor, mostra que 56% da geração Z e 55% dos millennials acreditam nenhuma remuneração vale mais que a própria saúde mental. Foram35 mil respondentes e 2 em 3 entrevistados disseram não ligar para remunerações menores se estiverem contribuindo para a sociedade com propósito.

Conexão, flexibilidade, saúde, propósito, sustentabilidade. Quando se imaginou que esses pontos estariam acima de remuneração, benefícios, plano de carreira e cargo? E desde a pandemia, não é apenas essa geração que está buscando uma vida com mais propósito, qualidade e bem-estar não.

O Brasil ocupa o 2° lugar no ranking de trabalhadores com burnout, de acordo com uma pesquisa da ISMA-BR. Muito além de apenas combater os casos, é preciso adotar uma postura proativa em relação ao problema, ou seja, buscar soluções que propiciem não chegar os sintomas e ao próprio diagnóstico do burnout.

Horas no trânsito, horas na frente das telas sem ter momentos de ‘escape’ para reordenar os pensamentos, não praticar atividades físicas, não ter momentos de lazer e relaxamento são fatores que têm levado os brasileiros a quadros de burnout.

O crescimento dos ambientes de bem-estar nos empreendimentos imobiliários

Recente pesquisa “A Economia Global do Bem-Estar: Brasil” revela que o país possui uma economia wellness avaliada em R$428 bilhões, figurando entre os 11 mercados mais relevantes do segmento no mundo, destacando-se como líder na região da América Latina e Caribe.

Em média, vivemos 90% do nosso tempo dentro de espaços construídos, com grande impacto na saúde e no bem-estar de moradores e trabalhadores. O entendimento da representação funcional que as residências têm na saúde física e mental fez com que o mercado imobiliário focasse em bem-estar. Globalmente, o segmento cresceu de R$ 770 bilhões em 2017 para R$ 1,4 trilhões em 2020.

O conceito de wellness real estate em projetos imobiliários residenciais destaca a importância de se incorporar, de forma intencional, ambientes de bem-estar e elementos que incentivam hábitos de vida saudáveis, desde o conceito dos projetos, materiais, conforto técnico em construções, assim como nas comodidades, serviços e ambientes multifuncionais.

Um projeto residencial atrelado ao wellness building deve a respeitar todos os pilares do bem-estar, de forma que os clientes – moradores ou locatários – podem esperar estruturas desenvolvidas para melhorar sua rotina e contribuir na tomada de micro decisões saudáveis, criando rituais de desconexão e alívio do stress.

Frente ao crescimento do estilo de mercado e alta procura por empreendimentos que favoreçam uma vida mais saudável, incorporadoras e construtoras têm investido em projetos de arquitetura e design que favoreçam esse novo estilo de vida, bem como tragam ao cliente a sensação de estar em um spa sofisticado.

O novo empreendimento da NEWPROPERTIES, o WalkBittencourt, na Vila Clementino, já traz em sua concepção os conceitos de sustentabilidade, inovação, walking distance e wellness building. O empreendimento contempla ambientes de bem-estar como espaço zen, espaço fitness, deck molhado, piscina com raia, sala de massagem e outras comodidades voltadas para a qualidade de vida dos moradores.